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	<title>1982Original &#187; Blog</title>
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		<title>DeviantArt Page</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 01:57:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[O DeviantArt é onde eu posto meus desenhos mais recentes, geralmente relacionados aos quadrinhos ou games, ou sem vínculos profissionais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span id="more-115"></span></p>
<p style="text-align:center;margin:0;">
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=7,0,0,0" width="600" height="600" align="middle"><param name="wmode" value="transparent" /><param name="movie" value="http://st.deviantart.net/styles/swf/sitback.swf/sitback.swf?v_0_9_7_05" /><param name="menu" value="true" /><param name="quality" value="high" /><param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /><param name="flashvars" value="rssQuery=gallery:e-melo/62512&#038;ss=4,3,0" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><embed src="http://st.deviantart.net/styles/swf/sitback.swf/sitback.swf?v_0_9_7_05" quality="high" wmode="window" flashvars="rssQuery=gallery:e-melo/62512&#038;ss=4,3,0" bgcolor="#000000" width="600" height="600" align="middle" allowFullScreen="true" menu="true" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer"></embed></object></p>
<p/>
<p>O <a href="http://e-melo.deviantart.com" target="_new">DeviantArt</a> é onde eu posto meus desenhos mais recentes, geralmente relacionados aos quadrinhos ou games, ou sem vínculos profissionais.</p>
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		<title>Batida 8-bit</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 15:09:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Imagina só, um bando de músicos/geeks que usam sintetizadores 8-bit, samples e Gameboys antigos para fazer música. E música nova, envolvente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span id="more-42"></span></p>
<p class="center"><img src="http://www.emanoelmelo.com/1982original/wp-content/uploads/2011/05/chiptune.jpg" alt="" title="chiptune" width="570" height="418" class="aligncenter size-full wp-image-43" /></p>
<p>Quando eu era moleque, passava um bom tempo jogando videogame. E eu não só jogava, como degustava cada detalhe. E isso certamente incluía as trilhas sonoras. Habilmente compostas em sintetizadores, muitas vezes a partir de verdadeiras peças de orquestras. Quando eu gostava da música, ligava o rádio-gravador na saída de áudio do console e gravava numa fita cassete (ainda tenho, aliás, todas elas). Às vezes eu colocava as fitas para tocar, às vezes usava de fundo musical para outras brincadeiras. A que devo essa afinidade, nunca procurei saber, mas de repente tudo isso voltou &#8211; foi quando eu soube da Bitmusic.<br />
Imagina só, um bando de músicos/geeks que usam sintetizadores 8-bit, samples e Gameboys antigos para fazer música. E música nova, envolvente. Não é um som simples de digerir, mesmo para aqueles acostumados com música eletrônica. Ouvir e curtir Bitmusic é questão de espírito, afinidade. Aqueles que passavam horas a fio diante do videogame nos primeiros anos de 90, encontrarão temas e sons familiares. Isso torna o ato de ouvir Bitmusic uma experiência simultaneamente nova e nostálgica. É uma bela resposta ao som complexo e entediante que vem marcando a música eletrônica desta década (por isso, podemos dizer que a 8-bit music é prima do Minimal). Existe até um festival de Bitmusic, o <a href="http://www.blipfestival.org/">Blip Festival</a>, que começou em NY e agora tem nas versões européia e asiática.<br />
No Brasil, a produção de Bitmusic (ou Chipmusic) é constante. No <a href="http://chippanze.org/" target=_new>Chippanze</a>, primeiro selo/coletivo brasileiro deste tipo de som, você encontra downloads de singles ou até mesmo de EPs completos. O mesmo você encontra nos americanos <a href="http://8bc.org" target=_new>8bit Collective</a> e <a href="http://www.8bitpeoples.com/" target=_new>8bitpeoples</a>, ou no selo latinoamericano <a href="http://www.56kbpsrecords.org/" target=_new>56KBPS</a>.<br />
Acho divertido quando eles recriam sucessos da música pop, usando a estética do Chiptune. O melhores exemplos são esses videoclipes:<br />
<object style="height: 200px; width: 300x"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/UNNZ8IbsepQ?version=3"><param name="allowFullScreen" value="true"><param name="allowScriptAccess" value="always"><embed src="http://www.youtube.com/v/UNNZ8IbsepQ?version=3" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="300" height="200"></object><br />
Veja todos no <a href="http://www.youtube.com/user/72RK" target=_new>Youtube</a>.<br />
Quer saber meus álbuns favoritos de Bitmusic? Escute as playlists da <a href="http://www.myspace.com/chalicesofthepast" target=_new>Chalices Of The Past</a> e do <a href="http://www.myspace.com/noiasound" target=_new>NOIA</a> no Myspace. A primeira é extremamente nostálgica, principalmente no álbum WIZARDZZZ. Já o NOIA é mais psicodélico, mas faz uma trilha sonora bacana para minhas noites em frente à tela.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Expo Dez/Dieci Fotografi Brasiliani</title>
		<link>http://www.emanoelmelo.com/blog/expo-dezdieci-fotografi-brasiliani/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 14:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[No início de 2010 tive a alegria de receber o convite da Paula França para expor minhas fotografias na Itália. Paula é curadora da Dez/Dieci Fotografi Italiani, uma exposição que realiza em Nápoles desde 2009 e reúne obras selecionadas de 10 novos fotógrafos brasileiros a cada edição. Este ano ela aconteceu no Berevino Winebar, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.emanoelmelo.com/1982original/wp-content/uploads/2010/06/LOCANDINAbar.jpg"><img src="http://www.emanoelmelo.com/1982original/wp-content/uploads/2010/06/LOCANDINAbar-600x813.jpg" alt="Cartaz do evento" title="Cartaz do evento" width="287" height="390" class="aligncenter size-medium wp-image-39" /></a></p>
<p>No início de 2010 tive a alegria de receber o convite da Paula França para expor minhas fotografias na Itália.<br />
<span id="more-36"></span><br />
Paula é curadora da <a href="http://www.fotografosnapoli.blogspot.com/">Dez/Dieci Fotografi Italiani</a>, uma exposição que realiza em Nápoles desde 2009 e reúne obras selecionadas de 10 novos fotógrafos brasileiros a cada edição.</p>
<p>Este ano ela aconteceu no <a href="http://www.berevino.org/pagina_principale_1.htm">Berevino Winebar</a>, que reuniu amigos e curiosos na vernissage do dia 05 de junho. Segundo a Paula, a receptividade por parte dos italianos foi ótima! As fotos ficariam lá até o final de junho, mas o Berevino resolveu ceder novamente o espaço em setembro. Olha só as notinhas que saíram nos jornais italianos:</p>
<p style="text-align:center;margin:15px 0;"><a href="http://www.emanoelmelo.com/1982original/wp-content/uploads/2010/06/IMG_3674_peq.jpg"><img src="http://www.emanoelmelo.com/1982original/wp-content/uploads/2010/06/IMG_3674_peq-600x510.jpg" alt="" title="Nota no jornal" width="204" height="173" class="size-medium wp-image-37" style="padding:0 5px;" /></a><a href="http://www.emanoelmelo.com/1982original/wp-content/uploads/2010/06/IMG_3677_small.jpg"><img src="http://www.emanoelmelo.com/1982original/wp-content/uploads/2010/06/IMG_3677_small-600x484.jpg" alt="Nota no jornal" title="IMG_3677_small" width="204" height="164"  class="size-medium wp-image-38"  style="padding:0 5px;" /></a><br clear="both" /></p>
<p>Além disso a mostra foi incluída no calendário de eventos do <a href="http://www.exibart.com/profilo/eventiV2.asp?idelemento=92643">Exibart.com</a>, considerado na Itália como o site mais importante para divulgação artística. Outras publicações, como a revista <a href="http://napoli.zero.eu/eventi/2010/06/05/dieci-fotografi-brasiliani/">Zero</a>, também estão fazendo divulgação.</p>
<p>Portanto, quem estiver passando por Nápoles nesse período, não esqueça de dar um pulinho no Berevino! Meus sinceros agradecimentos à Paula e ao Paolo, curadores da exposição &#8211; e também aos outros fotógrafos que estão participando.Tutti buona gente!</p>
<p><a href="http://www.facebook.com/#!/album.php?aid=108376&#038;id=1594096185&#038;ref=pb">Veja as fotos de todo mundo aqui</a>, no Facebook da Paula.</p>
<h3>V&iacute;deo da montagem e da vernissage</h3>
<p><iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/spH5W-7P5nI?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Review: Photoshop CS5</title>
		<link>http://www.emanoelmelo.com/blog/photoshop-cs5/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 May 2010 15:29:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Review do mais recente Photoshop sob a ótica de um Diretor de Arte.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mesmo ciente de que outras pessoas já fizeram isso <a href="http://www.brusheezy.com/blog/10-photoshop-cs5-review" target="_new">aqui</a>, <a href="http://www.expertreviews.co.uk/software/277663/adobe-photoshop-cs5" target="_new">aqui</a> e <a href="http://www.pcmag.com/article2/0,2817,2362430,00.asp" target="_new">aqui</a>, resolvi dar minha opnião sobre o novo e esperado produto da Adobe &#8211; como não poderia deixar de ser. Mas vai ser uma opnião voltada para as minhas áreas de atuação com o PS: Direção de Arte e Ilustração, e não mais um review genérico.<br />
<span id="more-29"></span></p>
<h3>Brinquedo novo</h3>
<p>Baixei os mais de 6 GB do pacote Creative Suite 5 Master com bastante ansiedade. Foi como quando eu era criança e esperava ansiosamente a noite de Natal para ganhar os presentes. Baixado e instalado, abri imediatamente o Photoshop (que está inicializando mais rápido, por sinal) e dei de cara com a nova splash screen.<br />
<img src="http://www.emanoelmelo.com/1982original/wp-content/uploads/2011/05/pscs5_small.png" width="400" height="260" class="aligncenter size-full wp-image-32" style="border:0;outline:none;" title="PSCS5 Splash Screen"  alt="PSCS5 Splash Screen" /><br />
Bem diferente do formato que já estávamos acostumados. Ainda encontrei <a title="The new CS5 branding" href="http://veerle-v2.duoh.com/blog/comments/the_new_cs5_branding/" target="_new">este ótimo artigo</a> sobre o branding dessa versão, vale a pena ler na íntegra. Para aqueles que não se conformam com a splash screen no melhor estilo &#8220;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Zona_Fantasma" target="_new">Zona Fantasma</a>&#8220;, <a href="http://bincev.deviantart.com/art/Photoshop-CS5-Splash-Screen-162582989" target="_new">aqui está</a> uma dica de como personalizar.</p>
<h3>Mini bridge</h3>
<p>Gostei da praticidade com a qual podemos agora acessar os arquivos pelo Bridge. O Mini Bridge fica junto às outras tabs e pode ser &#8220;dockado&#8221; e arrastado como você bem entender.</p>
<h3>Zoom e Hand</h3>
<p>O que pouca gente está comentando é que algumas coisas mudaram com essas duas ferramentas. O Zoom agora tem a função &#8220;Scrubby Zoom&#8221;, que já vem habilitada por padrão e muda a forma com a qual você lida com ela. Antes, para enquadrar uma área, você arrastava e soltava, como com a Marquee Tool. Com a função Scrubby ativada, ao manter o botão do mouse pressionado basta arrastá-lo para cima ou para baixo para fazer o In e o Out do zoom. Leva um tempo para se acostumar.<br />
Já a Hand continua a mesma, até você soltar o clique. Agora o canvas continua o movimento inicial, reduzindo suavemente até parar. É como aqueles scrolls em Flash.<br />
Isso vai complicar a vida de uns e facilitar a de outros. No meu caso, que lido com ilustração e preciso mover a tela em vários pontos do canvas com velocidade, gostei da novidade.</p>
<h3>Brushes</h3>
<p>As meninas dos olhos de qualquer ilustrador são as ferramentas de brushes. Sempre senti falta de algumas coisas no Photoshop que já eram comuns em outros softwares. Finalmente a Adobe assumiu o suporte à artistas e ilustradores que usam o PS não só para tratamento de imagens, mas também para criações à partir do zero.<br />
<img src="http://www.emanoelmelo.com/1982original/wp-content/uploads/2011/05/brushes-e1304868240876.jpg" alt="" title="brushes" width="420" height="344" class="aligncenter size-full wp-image-31" /><br />
Os Brushes agora possuem a aparência de pincéis de verdade e melhor conexão com certas funções dos tablets Wacom. Com a minha Intuos4 pude testar, por exemplo, a sensibilidade à inclinação da caneta. O Brush se adapta à maneira como você à segura paralela à mesinha. Isso é fantástico para pinturas com o PS! Além disso existem novas opções de personalização dos pincéis, que permitem muito mais flexibilidade e trazem o digital para mais perto de sua contraparte real.<br />
Outra coisa bacana é a ferramenta Mixer, que eu já esperava há vários anos pois ela já se encontrava no Painter (aclamado software de pintura da Corel. Isso mesmo, da Corel). Usando o Mixer, ao passar o brush sobre uma imagem ele mistura as cores simulando o uso de tintas.<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/BShE_jS8jLE&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/BShE_jS8jLE&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
E você pode escolher que tipo de mistura vai ser, de acordo com a sensibilidade, simulando tinta à óleo, lápis pastel e outros. Dá para criar &#8220;telas&#8221; fantásticas a partir de fotos ou facilitar zilhões de vezes o processo de pintura digital &#8211; se já tinha gente fazendo estrago com o PS, agora é que o bicho vai pegar!<br />
Também tem uma novidade no atalho para aumentar e diminuir o tamanho dos pincéis. Desde o CS4 a gente já podia usar a tecla Alt e manter pressionado o botão direito do mouse para, com o movimento para esquerda e para a direita, aumentar o reduzir o tamanho do brush. Agora, se você mover para cima ou para baixo também pode mudar o hardness.</p>
<h3>Color Picker</h3>
<p>A ferramenta amiga dos ilustradores está renovada. Agora ela tem um dial ao redor mostrando a sua nova escolha de cor. Nada de muito novo por aí, já que o PS já mostrava isso de uma maneira mais discreta. Só que agora você tem esse mesmo dial presente sempre que usar a Picker. Por exemplo, você já sabia que enquanto estiver usando a Brush Tool, pode alternar temporariamente para a Color Picker enquanto mantiver o Alt pressionado. Pois é, mas sua escolha agora vai ficar mais fácil já que o dial vai aparecer e mostrar por onde seu mouse passar. Além disso, se você mantiver pressionados Shift+Alt e clicar com o botão direto, a paleta de cores vai aparecer e fazer o seu dia.</p>
<h3>Contend Aware Fill</h3>
<p>O Photoshop faz mágica SIM! Quem já usava com frequência as ferramentas de retoque Heal e Patch vai adorar essa nova funcionalidade. Não preciso falar muito pois já foi anunciado amplamente antes do lançamento. E é de fato o tipo de funcionalidade que eu já estava quase pedindo a Deus! É verdade. A ferramenta Patch é ótima para fazer &#8220;limpezas&#8221; na imagem, mas ela sempre precisa de uma área &#8220;limpa&#8221; para copiar as cores e texturas. Isso, não poucas as vezes, deixava manchas terríveis na área da seleção, resultado de má interpretação de pixeis indesejados. Agora esse problema foi amenizado, olha só que bacana:<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/NH0aEp1oDOI&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/NH0aEp1oDOI&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
Você só precisa selecionar a área a ser corrigida e apertar Delete. O Photoshop vai mostrar uma caixa de diáologo onde você pode escolher o Content Aware. Simples assim.<br />
Claro que não é perfeita, muitas vezes você vai precisar usar outras ferramentas para alguns ajustes. No entando, quando você aprende a usar pode fazer milagres com imagens mal cropadas, as rugas da sua tia ou os por vezes desastrosos resultados do Photomerge.</p>
<h3>3D e o Repoussé</h3>
<p>Agora o submenu 3D, que já tinha 2 ferramentas na Tools Box, tem uma paleta própria. Além disso, a nova função Repoussé nos permite criar objetos tridimensionais a partir de formas e textos! Sim, vai facilitar um bocado a vida dos Diretores de Arte que lidam com varejo e essa onda de títulos em 3D a lá Ricardo Eletro. Esqueça aqueles tutoriais de &#8220;crie fantásticos textos em 3D no Photoshop&#8221;, pois agora você pode fazer isso com apenas alguns cliques.<br />
<img src="http://www.emanoelmelo.com/1982original/wp-content/uploads/2011/05/Repousse.jpg" alt="" title="Repousse" width="400" height="464" class="aligncenter size-full wp-image-33" /><br />
Entre as várias opções para escolher, você pode até adicionar texturas aos seus textos como qualquer bom software de manipulação 3D.</p>
<h3>Lens Correction</h3>
<p>Agora o filtro está mais robusto, com diversas &#8220;câmeras&#8221; pré-configuradas para auxiliar a correção. Vem pra facilitar bastante a ajustar as distorções deixadas pelo Photomerge.</p>
<h3>Puppet Warp</h3>
<p>Olha aí mais uma adição fantástica que já estava presente em outro software, nesse caso o primo do PS, AfterEffects. Eu imagino que muitos, assim como eu, já gostariam que tivesse sido implementado algo parecido. Às vezes um modelo fotográfico não está exatamente na posição adequada, e uma &#8220;quebradinha&#8221; aqui e ali ajudariam bastante. E o que antes era feito à base de muito Copy&amp;Paste e Liquify, agora ficou prático e até divertido. Use também em objetos ou elementos arquitetônicos para uma correção &#8220;rápida e suja&#8221;. Mas vai uma dica: quando for usar com fotos de gente ou de animais, marque pontos em todas as principais articulações (cotovelos, ombros, cintura, pescoço etc), evitando assim uma distorção meia boca.<br />
<img src="http://www.emanoelmelo.com/1982original/wp-content/uploads/2011/05/Adobe-Puppet-Warp-e1304868533244.jpg" alt="" title="Adobe-Puppet-Warp" width="400" height="286" class="aligncenter size-full wp-image-30" /><br />
Para ilustradores é uma mão na roda. Sabe quando você gostaria fazer uma pequena distorção num determinado personagem ou elemento, quem sabe pra deixá-lo mais robusto ou menos tronxinho? Antes o jeito era apelar pro Liquify, que não suportava muitos meshs, ou refazer o bendito. Agora não mais <img src='http://www.emanoelmelo.com/1982original/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<h3>Deixa pra depois</h3>
<p>Vanishing Point, Photomerge e Liquify são outras funcionalidades muito utilizadas no nosso universo, mas que não foram contempladas com atualizações nesta versão &#8211; talvez algum ganho em performance, mas não posso afirmar pois não fiz nenhum heavy test. É uma pena pois algumas delas são importantes mas ainda deixam a desejar. Fica pra próxima, né Adobe?</p>
<p>E isso é tudo por enquanto. Espero que logo comecem a surgir aplicações cada vez mais criativas com a combinação das novas ferramentas. Eu mesmo já tenho feito minhas experiências, e mostro assim que surgir uma oportunidade, seja num trabalho autoral ou num dos jobs da vida.</p>
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		<title>Precariedade na Arte Contemporânea</title>
		<link>http://www.emanoelmelo.com/blog/precariedade-na-arte-contemporanea/</link>
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		<pubDate>Sun, 03 Aug 2008 02:49:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse foi o título de um dos conceitos propostos na pós-graduação em Artes Visuais. Eu entendi esse conceito não somente como uma situação de escassez de materiais, mas como a própria fragilidade do suporte. Dessa forma me ocorreu que um dos suportes artísticos mais frágeis é o papel. Esse, que é tão presente não só [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse foi o título de um dos conceitos propostos na pós-graduação em Artes Visuais. Eu entendi esse conceito não somente como uma situação de escassez de materiais, mas como a própria fragilidade do suporte. Dessa forma me ocorreu que um dos suportes artísticos mais frágeis é o papel. <span id="more-70"></span>Esse, que é tão presente não só no cotidiano de todos, mas no ato artístico de muitos. Para muitos desses, o papel é só um meio, serve para esboçar suas idéias. Para outros, é um suporte para pinturas como aquarelas ou ilustrações. Mas acredito que o potencial do papel e uma amostra de sua fragilidade está muito mais presente quando ele é usado para criar objetos artísticos tridimensionais.</p>
<p><img style="border: 0pt none; margin: 10px; width: 299px; height: 216px;" title="Dragão" src="http://snukes.files.wordpress.com/2008/03/dragon-origami.jpg" border="0" alt="Dragão" class="alignleft" /></p>
<p>Um grande exemplo disso é o <a title="origami" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Origami" target="_blank">origami</a>. A arte oriental de dobraduras com o papel alcançou níveis incríveis. Podemos ver peças cuidadosamente trabalhadas, com detalhes incríveis, realizadas a partir apenas de um pedaço de papel. São construções muito bem elaboradas e planejadas com esforço e disciplina, representando desde complexas figuras geométricas a criaturas fantásticas como dragões chineses (e suas escamas!).</p>
<p>Tais dobraduras seriam praticamente impossíveis de serem realizadas por um ser humano se fossem usados materiais mais espessos, portanto só o papel (um tipo de papel seda especial, mais fino) é capaz de se transformar dessa maneira. Eu recomendo que vocês dêem uma olhada nos trabalhos fantásticos de Dinh Giang. São esculturas em papel, seguindo uma linha de &#8220;origami ocidental&#8221;, à grosso modo. Seus trabalhos são cheios de personalidade.</p>
<p>Ainda há o kirigami, que é uma vertente que usa não só dobraduras mas também cortes (&#8220;kiri&#8221;, do japonês &#8220;cortar&#8221; e kami, &#8220;papel&#8221;). Basta adicionar uma tesoura e as coisas ficam muito mais complexas, tiras frágeis se soltam do papel junto com a imaginação do artista, formando imagens ainda mais tridimensionais. Alguns artistas cujo trabalho conheci recentemente costumam quase que literalmente &#8220;erguer&#8221; suas obras do papel. Eles fazem os cortes mas não eliminam as áreas desusadas, mostrando ao espectador de onde vieram aquelas formas. É o caso do dinamarquês <a title="Peter Callesen" href="http://blog.uncovering.org/archives/2007/12/peter_callesen.html" target="_blank">Peter Callesen</a>.</p>
<p><img style="width: 431px; height: 287px;" title="Peter Callesen" src="http://blog.uncovering.org/archives/uploads/2007/07121802_blog.uncovering.org_peter-callesen.jpg" border="0" alt="Peter Callesen" class="aligncenter"  /></p>
<p>A japonesa <a title="Leila Nishi" href="http://www.leilanishi.com.br/" target="_blank">Leila Nishi</a> também impressiona, usando várias camadas para representar paisagens e cenas do cotidiano.</p>
<p><img style="width: 403px; height: 322px;" title="Leila Nishi" src="http://www.leilanishi.com.br/jpeg.asp?arq=76.jpg&amp;tam=g" border="0" alt="Leila Nishi" class="aligncenter" /></p>
<p><a title="Ferry Staverman" href="http://www.ferrystaverman.nl/" target="_blank">Ferry Staverman</a> trabalha mais com o papel cartão, mas suas peças adquiriram formas bastante orgânicas. Inclusive nessa foto é mostrada uma de suas peças, exposta em meio à natureza.</p>
<p><img style="width: 425px; height: 346px;" title="Ferry Staverman" src="http://blog.uncovering.org/archives/uploads/2007/070918_blog.uncovering.org_ferry-staverman_7.jpg" border="0" alt="Ferry Staverman" class="aligncenter" /></p>
<p>E ainda há o magnífico trabalho designer brasileiro <a title="Carlo Giovani" href="http://carlogiovani.com/" target="_blank">Carlo Giovani</a>. Vocês podem não ter ouvido falar dele, mas certamente viram seu trabalho pois está sendo muito utilizado pela publicidade. Um dos mais recentes é uma animação para um comercial da ElmaChips (disponível também no site do artista). Contudo eu o citei não somente pela maneira criativa com que ele mistura a escultura em papel com a ilustração, mas pela maneira como ele apresenta isso. Algumas de suas obras, experimentais ou comerciais, são apresentadas em uma etapa incompleta. A idéia é fazer com que você mesmo monte a obra, construa o boneco a partir de recortes e colagens simples.</p>
<p><img style="width: 426px; height: 276px;" title="Carlo Giovani" src="http://hifolio.com/media/4/dexter_moldes.jpg" border="0" alt="Carlo Giovani" class="aligncenter" /></p>
<p>Isso é parte de um movimento que vem crescendo bastante, a chamada Toy Art. Nesse caso, os bonecos de papel são os mais comuns pela facilidade com que são compartilhados os moldes &#8211; e você além de montar o boneco, pode personalizá-lo. Em outros casos, por exemplo, os bonecos são comprados &#8220;em branco&#8221;, personalizados e revendidos como objetos de arte.</p>
<p>Eu já havia mencionado em um comentário nesse fórum sobre a liberdade que os suportes simples proporcionam. É justamente isso, o papel é um dos suportes industrializados mais simples, e por isso ele proporciona tanta liberdade às criações artísticas. Contudo, nesse sentido é bastante frágil.</p>
<p>A fugacidade do papel (que não resiste bem ao tempo e interpéries) é importante para essa liberdade. Hoje o artista modela uma figura humana, amanhã o mesmo papel pode ser remanipulado e se transformar em uma outra figura. O criador tem liberdade não só ao parir a idéia, mas ao afastar-se completamente dela e seguir outro caminho.</p>
<blockquote><p>Paper redigido para fins avaliativos na pós-graduação em Artes Visuais: Cultura e Criação pelo SENAC-AL.</p></blockquote>
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